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Bem-vindo(a) ao Brincando de casinha!

Toda menina tem um fogãozinho inventado, umas xícaras de plástico e uma vassourinha. Toda menina brinca de boneca, cozinha comidinha imaginária e faz uma casinha na sala. Toda menina sonha, em um dia, ter tudo isso de verdade. Aí, isso acontece. Você cresce, compra uma casinha de tijolos, o fogãozinho de brinquedo passa a funcionar, as xícaras são de porcelana... E aí, o que fazer?

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    mar
    24

    casa-propria-ou-alugada

     

    Sou a favor da residência própria. Mesmo tendo lido o tão famoso Casais inteligentes enriquecem juntosantes do casamento, maridex e eu decidimos comprar o nosso primeiro apartamento.

    Na verdade, morei alguns anos sozinha e pagava aluguel. Era outra cidade, não muito longe da casa de meus pais, e sempre achei que ia para lá só por um ano, e acabei ficando 3 anos e meio! Me arrependi amargamente… se tivesse pago 3 anos e meio de prestações, talvez não tivesse terminado de pagar o apartamento, mas pelo menos, não teria perdido (pelo pé) o dinheiro dos aluguéis. Isso, foi chato!
     
    Por isso, quando decidimos nos mudar para o Canadá, a primeira “questão” era saber se poderíamos comprar algo aqui, financiado claro, mesmo sendo recém-imigrantes. Depois de mil e uma andanças pelos bancos, descobrimos que poderíamos sim, dar entrada em algo, mas…. tínhamos que dar 35% do valor!

    Quase caímos duros! Mas, era o jeito. Ou isso, ou pagar dois anos de aluguel, até ter um histórico de crédito/ bancário no país e poder dar entrada em um finaciamento total. Pelo menos, assim era o “nosso” caso.

    Resultado: Limpamos o caixa quase pelo pé, pegamos todas as economias que tínhamos de vidas preguessas, vendemos todos os nossos bens (um abajur azul e um sofá velho) e demos a tal entrada (35% do valor do imóvel é entrada? eu já estaria no prato principal!). Foi uma facada! Mais os custos de cartório, mudança de propriedade, taxas municipais (IPTU daqui), mais as taxas de escola (como a escola é pública e funciona, todos os proprietários de imóveis devem pagar essa taxa, tendo ou não filhos em idade escolar, como nós!). 

    Fizemos um financiamento em 25 anos. Enorme, né? Mas, as taxas de juros não aumentam tanto… a cada 5 anos, aumenta 2,3%, uma coisa assim. Infimo! E podemos pagar a bolada final quando quisermos, com acordo. Uma maravilha para quem tá chegando aqui. Quase não acreditamos na nossa sorte! Iríamos começar a vida de casados, num país novo, com casa nova e nossa! Chorei de alegria nesse dia… e olha que isso tudo aconteceu eu estando no Brasil e Maridex aqui no Canadá, e as economias na Inglaterra!

    O que pagamos como prestação mensal do finaciamento mais taxas de condomínio, mais taxas de luz, internet e telefone equivale ao valor do aluguel desse mesmo apartamento aqui do lado. É uma economia e tanto, não acham?

    Por isso, aconselho aos casais a pensar nisso. E tentar fazer economias para dar entrada num finaciamento. As dicas do livro só valem pra quem tem o valor do imóvel para deixar na poupança e pagar o aluguel com os juros… isso é real para o Brasil? Me digam! Quantas pessoas vocês conhecem que têm dinheiro para comprar um imóvel e vivem de aluguel? Eu não conheço NINGUÉM!

    O sonho do brasileiro, do australiano, do americano, do hindu é ter casa própria! Não se iludam!

    Sua casa é alugada ou própria? Tem um financiamento a perder de vista como nós? Qual sua história? Conte-nos ou deixe-nos um comentário. Obrigada.

    jan
    9

    Dica de livro: “Organize-se”

    Publicado em : Leituras, Organização por Andrea Siebra Vinet

    Organize-se: Soluções Simples e Fáceis para Vencer

    Donna Smallin

     

    Comprei esse livro num saguão de aeroporto. Pode até parecer estranho, sobretudo por não ser a chamada “literatura ideal de avião”, mas eu SIMPLESMENTE amei! Passei um vôo (até longo) curtindo os textos, me identificando em alguns perfis e, rindo de mim mesma.

     

    Existem inúmeros comentários, check-lists e diquinhas para vários cômodos da casa, móveis, várias áreas da vida, etc. Bem dividido em capítulos precisos, esse livro pôde apenas me ajudar na organização da casa e da vida. Foi com ele que eu descobri como o nosso tempo é precioso. E vale a pena se organizar para melhorar aproveitá-lo em outras coisas, que não seja arrumando, lavando, limpando.

     

    Apresenta ainda, uma série de ferramentas e esquemas pra você aprender a se organizar melhor. Parar com aquela história de passar a vida procurando… Eu sei que estava aqui… em algum lugar por aqui… Sabe como é? O melhor de tudo é que é um livro simples, direto, falando de gente como a gente. Com problemas reais. Por isso, a facílima identificação e até a assimilação do sistema. Uma excelente dica pra quem quer aprender a planejar, realizar e usufruir de algo positivo na vida.

     

    Só um pequeno probleminha: dá vontade de sair pondo em prática IMEDIATAMENTE as dicas. E como eu estava dentro de um avião, a única saída foi fazer uma limpeza básica na bolsa de mão, selecionar um lixinho, categorizar os objetos, re-organizar a carteira, etc. Quando achei um papelzinho, comecei a fazer uma listinha básica de coisas a colocar em ordem assim que chegasse em casa.

     

    E, pois não é que deu certo?