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Bem-vindo(a) ao Brincando de casinha!

Toda menina tem um fogãozinho inventado, umas xícaras de plástico e uma vassourinha. Toda menina brinca de boneca, cozinha comidinha imaginária e faz uma casinha na sala. Toda menina sonha, em um dia, ter tudo isso de verdade. Aí, isso acontece. Você cresce, compra uma casinha de tijolos, o fogãozinho de brinquedo passa a funcionar, as xícaras são de porcelana... E aí, o que fazer?

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    mar
    27

    A hora do planeta

    Publicado em : Casinha ecológica, Sou verde!, Vida no Canadá por Andrea Siebra Vinet

    Adoro essas manifestações para proteger o planeta, resgatar alguém, economizar energia, etc. E se esses atos (nem sempre heróicos, infelizmente) incluem o Brasil, aí é que estou dentro mesmo! Mas, o que venho lhes propor é MELHOR ainda, é para o planeta todo!

    Daqui da Terra do Gelo, eu tentarei fazer a minha parte. Faça a sua!

    O WWF-Brasil realiza pela primeira vez no Brasil, a Hora do Planeta – um ato simbólico, no dia 28 de março, às 20h30 – no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a apagar as luzes para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global.

     

    O gesto simples de apagar as luzes por sessenta minutos, possível em todos os lugares do planeta, tem como objetivo chamar para uma reflexão sobre a ameaça das mudanças climáticas.

     

    Por que participar?

     

     

    Porque o Brasil precisa demonstrar que a sua população está atenta ao problema do aquecimento global e disposta a tomar as atitudes necessárias para reduzir estas ameaças. Queremos que os brasileiros se juntem a um bilhão de vozes em todo planeta, chamando os líderes mundiais a assumirem sua parte na solução do problema.

     

     

    Participe! É simples. Apague as luzes da sua sala.

     

    fev
    20

    76121167

    Eu já fui loira, morena, semi-ruiva… quando mais jovem, vivia trocando a cor do cabelo – acho que tentando me afirmar e achar quem eu era de fato. Achei! Eu sou da cor dos cabelos que ainda saem “coloridos” do meu couro cabeludo (gargalhada boa): nem morena, nem loira.

    Para esconder os brancos, que já insistem em sair nos quatro cantos da cabeça, faço mechas. Eu mesma. Já tentaram? Não? Ah, é um barato… eu faço mechas de touca, não é com papelote não… Você vai olhando pelo espelho na sua frente e puxando com a agulha de crochê nos furinhos. Eu levo uma eternidade, mas sai. E fica bom sim! O mais difícil mesmo, é puxar atrás da cabeça, ai eu peço ajuda aos universitários (meu maridex, amiga que estiver por aqui, ou vai eu mesma com um espelhinho e o espelhão do banheiro).

    Comecei fazendo henna, que era super fácil. Depois, parti para as tinturas normais, de cabeça toda. Ah, pintar cabelo não tem mistério… Conseguindo achar a cor certa pra você, pintar mesmo é o mais fácil! Há anos faço assim. No exterior (para o Brasil), em geral, esse tipo de serviço é caro. Em alguns locais, bem caro. Então, resolvi aprender (na marra e na necessidade) e deu certo.

    Aprendi a fazer nos tempos de crise (que estão voltando… será? Ou o Obama vai mudar o quadro?) quando ainda era estudante na França, e não podia me permitir pagar manicure/ pedicura todas as semanas – ô velho hábito salutar brasileiro! Nem pagar depilação de 15 em 15 dias, e menos ainda a sagrada escova todos os finais de semana. A solução foi mesmo fazer eu mesma. Na Europa, uma escova custa uns 30 euros, e nunca fica bem feita, para mim. As cabeleireiras de lá são acostumadas aos cabelinhos lisos das européias que secam com um ventinho. Não são páreo pra minha cabeleira juba-de-leão brasileira!

    Comprei todos os apetrechos de que iria precisar: escova profissional, bom secador, pranchinha de silicone, os diversos e maravilhosos cremes profissionais, a cera que me convinha, diversas cores de esmalte (sempre brasileiros e alguns americanos – cores lindas!), alicate Mundial, etc. Com tudo em ordem e os kits devidamente organizados (isso vale outro post), fui à luta! E isso se mantém há anos… Mesmo aqui no Canadá, onde alguns serviços até custam menos que na Europa, eu ainda não faço em salão. Muito raramente. Acostumei-me a fazer do meu jeito, criei um ritmo, um calendário meu. E sei onde achar os produtos que quero, experimento, mexo, mudo.

    E como é bom mudar…