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Bem-vindo(a) ao Brincando de casinha!

Toda menina tem um fogãozinho inventado, umas xícaras de plástico e uma vassourinha. Toda menina brinca de boneca, cozinha comidinha imaginária e faz uma casinha na sala. Toda menina sonha, em um dia, ter tudo isso de verdade. Aí, isso acontece. Você cresce, compra uma casinha de tijolos, o fogãozinho de brinquedo passa a funcionar, as xícaras são de porcelana... E aí, o que fazer?

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    fev
    28

     

    Esse ano, eu quero emagrecer. Vou entrar em forma. Vou tentar me entender melhor com minha tia. Vou começar aquele negócio que eu sempre quis.

    Quantas de nós já fez planos como esses? Quantas de nós espera o fim do ano (ou o começo) para fazer um balanço das conquistas (ou não) e fazer novas resoluções? Nós TODAS temos sempre alguma coisa que queremos mudar em nós mesmas ou que queremos começar a aprender. Algumas querem perder peso, outras querem se tornar mais organizadas, ou ainda, tem aquelas que querem deixar de fumar ou largar o amante.

    Há também aquelas que esperam o Ano novo, o aniversário, ou uma situação como um divórcio, uma separação, uma morte, para desejar mudar. É numa hora como essas que começamos a planejar realizar aquilo que sempre desejamos, dar aquela guinada que nos amedrontou tanto tempo. Só tem um detalhe: a situação aparece, a resolução é criada, mas basta que se passe alguns dias ou algumas dificuldades apareçam no percurso, e pronto, os tais planos são colocados de lado, engavetados ou até assassinados. Não porque deixamos de querer tudo isso, mas porque não sabemos como mudar e começar a agir.

    Eu acredito que as pessoas possam mudar. Não apenas superficialmente ou temporariamente. Acredito que temos a capacidadede organizar nosso interior e fazer as coisas acontecerem em nós mesmos e em nossas vidas. Que temos, em algum lugar dentro de nós, um estoque de sensibilidade para saber quando e o quê parar de fazer para parar de atrasar nossas vidas. Parar de fazer coisas que nos puxe para trás ou que nos cause sofrimento e criar uma vida de significado, paz e felicidade.

    Mas, não é fácil. Qualquer pessoa que tenha tentado mudar um hábito ou fazer algo novo sabe. Parece que nosso cérebro cria tendências tão fortes que não conseguimos parar de faezr sempre as mesmas, sempre e sempre. A gente até diz que vai mudar, tenta, mas logo, logo, nos vemos fazendo as mesmas coisas de antes.

    Para tornar um novo comportamento um hábito leva tempo e dá trabalho. Mas, isso é papo para outro dia…

    fev
    9

    extrato de cartão de crédito

    Começo de ano. Os extratos de cartão de crédito não param de chegar e as dívidas não param de se acumular. Como gerenciar as dívidas de fim de ano?

    Aqueles que “abusaram” durante as festas de fim de ano e aqueles que preferem evitar as dores de cabeça o ano que vem precisam levar em conta algumas recomendações e conselhos de planejamento financeiro.

    1. Fazer um empréstimo pessoal a uma taxa inferior ou pedir uma linha de crédito para consolidar as dívidas do cartão de crédito.

     Os cartões de crédito são, na verdade, a forma mais cara de financiar compras, porque eles oferecem os juros mais altos do mercado. Se acontecer de faltar dinheiro na conta para saldar a fatura do cartão por inteiro, de uma vez só, a melhor coisa é usar outro meio para saldar a dívida. Leia-se: economize em juros consolidando a dívida a uma taxa inferior enquanto você junta dinheiro suficiente para tapar o buraco. Uma vez consolidada a dívida, o mais importante é reembolsar primeiro os saldos com juros mais altos.

    EVITE pagar o extrato do cartão pela metade, pelo terço ou apenas o saldo mínimo. Assim, você só faz aumentar a dívida em progressão geométrica.

    2. Estabeleça um orçamento para eliminar as dívidas o mais rápido possível. É preciso resistir à tentação de acumular mais gastos nos cartões de crédito e, sobretudo, EVITE as famosas compras do “compre agora e só pague ano que vem”.

    3. Re-avalie seus cartões de crédito mais uma vez (eu faço sempre isso) e elimine aqueles que têm juros altos ou custos anuais salgados, sobretudo taxas para serviços raramente usados.

    4. Muitas pessoas recebem aumento no primeiro salário do ano, ou, por algum tempo ainda (e somente no Brasil) recebem 13º salário. No lugar de aumentar as despesas por causa disso, que tal usar essa graninha a mais para saldar as dívidas?

     5. Não toque na sua poupança. Pode ser bem tentador acabar com aquela poupança de anos para pagar as dívidas, mas a maioria das pessoas vai perder muito com essa ‘troca”. De fato, tirando dinheiro da sua poupança (ou eliminando completamente a existência) para saldar uma dívida imediatamente pode parecer um bom negócio, mas, vão eliminar também uma segurança, uma ajuda para um período de vacas magras, que pode acontecer com qualquer um, a qualquer momento.

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