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Bem-vindo(a) ao Brincando de casinha!

Toda menina tem um fogãozinho inventado, umas xícaras de plástico e uma vassourinha. Toda menina brinca de boneca, cozinha comidinha imaginária e faz uma casinha na sala. Toda menina sonha, em um dia, ter tudo isso de verdade. Aí, isso acontece. Você cresce, compra uma casinha de tijolos, o fogãozinho de brinquedo passa a funcionar, as xícaras são de porcelana... E aí, o que fazer?

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    ago
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    Vamos fazer um joguinho? Ligue a tv agora e procure um programa que você nunca tenha assistido antes – uma série ou uma novela qualquer, por exemplo. Quando você vê a casa de um personagem, você é capaz de traçar seu perfil, não é? Nem precisa de muitos detalhes para saber que ele é assim ou assado, né? Um cenarista trabalha juntamente com o diretor do filme/ seriado na intenção de espalhar no espaço físico do personagem (sua casa, seu trabalho), algumas características do seu perfil.

    Sua casa é o seu cenário. Você é o cenarista e o diretor ao mesmo tempo. Você também é a estrela do seriado. O que você gostaria de revelar sobre si mesma? Que características da sua personalidade gostaria de evidenciar na sua decoração, na distribuição dos móveis, nas cores escolhidas? Cada um desses itens mostra um pouco de você, o que voc6e valoriza, o que gosta, que cor prefere. Para entender de que estou falando, escolha um cômodo da casa (melhor ainda se for um lugar por onde as visitas transitam) e vá lá observá-lo. Tente ver com os olhos de alguém que nõa vive nessa casa, que chega e vê… o quê mesmo?

    Se quiser fazer um trabalho de reflexão ainda maior, tire uma foto do cômodo em questão ou observe fotos de festas na sua casa. O que as pessoas vêm quando chegam? Quando vão ao banheiro? Quando vão ajudá-la na cozinha? Entendeu do que estou falando agora? Eu, por exemplo, nesse trabalho duro de reflexão, percebi que o cômodo que eu mais amo é a sala de estar, na entrada da casa. Consegui armonizar as cores, há equilíbrio, poucas coisas, é “clean” e vive arrumada, mesmo quando usamos o cômodo. Por quê? Porque consegui desobstruir a área, eliminar o supérfluo e deixar o que amo e preciso. Fácil de pôr em ordem, de limpar e dá uma impressão melhor “aos visitantes”. No entanto, se forem abrir meu closet…

    ago
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    Tem coisa mais feia que olhar aquele carinha lindo que passa na rua, ou que trabalha na sala ao lado, com aquela bola molhada de suor embaixo das axilas? Não tem produção fashion que consiga apagar essa imagem da minha cabeça! Argh!

    Mas, pior que o molhado na roupa é a mancha amarelada que fica. Como tirar isso?

    Nas roupas claras (ou brancas) aconselho polvinhar a região de bicarbonato de sódio, deixar repousar alguns minutos e depois dar uma esfregadinha. Claro que essa “receitinha” não pode ser usada em qualquer tecido, porque o bicarbonato é um pouco abrasivo e pode estragar alguns tipos de viscose, seda e tafetá. Mas, quem usa tafetá para ir ao trabalho, né?

    Recentemente, num ato de desespero, testei uma receitinha milagrosa que uma amiga viu na tv, numa camisa amarela do maridex:

    Misture 250 ml de detergente para lavar pratos em 750 ml de água quente. Deixe de molho numa bacia durante a noite. Pela manhã, coloque a roupa torcida (se o tecido permitir) na lavadora e lave como sempre. O resultado é maravilhoso em camisetas e camisas de algodão, mas não use a mesma técnica em seda ou poliéster.

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