RSS RSS
Bem-vindo(a) ao Brincando de casinha!

Toda menina tem um fogãozinho inventado, umas xícaras de plástico e uma vassourinha. Toda menina brinca de boneca, cozinha comidinha imaginária e faz uma casinha na sala. Toda menina sonha, em um dia, ter tudo isso de verdade. Aí, isso acontece. Você cresce, compra uma casinha de tijolos, o fogãozinho de brinquedo passa a funcionar, as xícaras são de porcelana... E aí, o que fazer?

  • Links

  • Categories

  • Meta

  • Archives

  • Painel de navegação do site
    ago
    24

     

    Como disse noutro post, comecei a triagem das roupas do mue closet. Tirei tudo, digo TUDO de dentro do closet e coloquei no chão do quarto. (Nada de pôr em cima da cama, porque sei que a triagem vai levar dias e preciso dormir em algum lugar, certo?).

    Decidi e me entendi com meu alter ego organizado sobre isso. - Vou arrumar isso tudo de vez. E para isso, vou precisar dar uma “bagunçada” leve, Andrea. Você vai ter que dobrar novamente um monte de roupas, trocar, de novo, de cabide, até passar de novo. Tudo bem? Meu lado organizado respondeu, baixinho, balançando a cabeça de forma meio dúbia, que sim.

    Parti pro ataque. Estabeleci, de imediato, três montanhas: do que fica, do que vai, do que não cabe, mas quero guardar.  O que fica é simples: cabe, eu uso bastante, precisa estar acessível. Sobre essa acessibilidade das roupas do dia-a-dia, recomendo meu post

    O que não cabe vai precisar de uma segunda olhadela de minha parte: é para doar à caridade, vou dar pras amigas ou posso vender? A moda agora é visitar brechós, fazer um brechó, eu prefiro anunciar no Ebay ou fazer uma venda de garagem, muito comum na América do Norte. Você acha que não vai conseguir nada com aquela peça, aquele par de sapatos já usados, mas sempre tem alguém interessado numa blusa diferente, mais barata. E você ganha uns trocados para investir, de novo, no seu guarda-roupa. Já leu The secret dreamworld of a shopaholic, da Sophie Kinsella ? Fala um pouco disso, na grande virada, vale a pena ler. Boas risadas!

    O último item é o mais sentimental, inútil e o mais difícil de separar: você pega a peça, olha de um lado, do outro, sente o cheiro quase querendo sentir o momento que aquela peça te faz lembrar e faz um “ai, ai”. Tempos bons que se foram… e você que não quer deixar a memória se desmanchar no ar e dar aquela roupa. Aí, coloca na pilha do que fica, mas sai do guarda-roupa. Certo? Infelizmente…

    ago
    23

    Estou em plena re-organização do meu closet. Sim, tenho um daqueles espaços “priveligiados” que são maiores que um guarda-roupa (armário), que uma cômoda, para guardar todo tipo de coisa vestível, acessórios e sapatos, de um casal.

    Desde que nos mudamos, cerca de dois anos atrás, ainda não consegui encontrar A forma de guardar minhas roupas e do maridex, das quatro estações do ano, de forma acessível e prática, além de “agradável aos olhos” e com itens baratos. O nosso “closet” é, na verdade, um outro cômodo, em duas partes, com porta de entrada, boa iluminação, mas estrutura já definida: prateleiras acima de nossas cabeças, barras para pendurar os cabides, com carpete.

    O difícil é achar material para se encaixar nessa área pré-definida, sem ter que desmanchar/ destruir/ eliminar o que já está no canto, criando gastos. Resolvi incorporar partes, dentro dos espaços que já tinha, mas aí está o grande desafio. Não quero ter que fazer obras, nem ter que gastar uma fábrica de dinheiro para re-estruturar algo. Decidi usar apenas caixas, prateleiras, móveis leves e cabides. Mas, como?

    Comecei por eliminar um item importante e que tomava espaço: os sapatos. Eles foram expedidos para um outro lugar que criei, a sapataria (e bolsaria), no sub-solo (depois posto as fotos). Com isso, eliminei 50% do meu problema de espaço e forma de organização. Fora isso, sapatos sujos, cheios de bactérias, num espaço fechado? Na-na-ni-na-não. Os outros 50% eram compostos de muitas roupas –de inverno, de verão -, casacos pesados de inverno, roupas íntimas, blazers, camisas, calças, saias, etc. Tudo!

    Primeiro passo: triagem. Tirei tudo, digo TUDO de dentro do closet e coloquei no chão do quarto. (Nada de pôr em cima da cama, porque sei que a triagem vai levar dias e preciso dormir em algum lugar, certo?). Por que? Porque preciso saber tudo o que tenho, separar tudo que ainda cabe em mim, daquilo que não uso a anos, do que vou doar, do que vou vender, do que vou dar para as amigas, daquilo que preciso “incorporar” na diária, etc. Só tendo uma visão do todo para conseguir isso.

    Tudo bem, parece que teve um furacão no meu quarto, mas a situação irá melhorar em breve.

    « Posts anteriores