Pera aí, máquina de lavar roupa é lugar de lavagem, não é?  Se é um lugar para lavar coisas, não deve ser capaz de acumular gordura e outras sujeiras, certo? E por que eu devo lavar um lugar que passa a vida cheio de água (quente e fria), sabão, vinagre, mexendo e mexendo?  

Ah, isso eu não concordo não. Vivo lendo por aí, nos sites e comunidades de cuidados domésticos das quais participo, que alguém leu no manual da máquina de lavar roupa que você tem que enchê-la uma vez ao mês até a tampa, fazer um ciclo completo, alto, com água sanitária, ou vinagre ou bicarbonato de sódio. Eu acho isso um absurdo!

Sobretudo se você não morar em local onde a água é pesada (com calcário, tártaro, etc) ou for do tipo de usuária de máquina que lava tudo na água quente. Não existe muita coisa (bactéria, ácaro, bichinho) que sobreviva depois de uma “ducha” a 90 graus! Além disso, se você não partilhar a máquina com outras pessoas (além da sua família, claro), como naqueles prédios onde tem lavanderia conjunta, não precisa se preocupar com uma eventual contaminação.

A melhor coisa a fazer, é mesmo, depois de cada lavagem, deixar a porta da máquina aberta durante um certo tempo (para aquelas que tem filhos pequenos e “curiosos”, muito cuidado nessa hora), para evitar a estagnação d’água, uma fonte de bactérias e de odores desagradáveis.

Todas as máquinas, sejam recentes ou velhinhas, têm um filtro. Ele serve para filtrar a água que sai, claro, e “pescar” eventuais objetos e coisinhas que passam através dos furinhos do tambor da máquina. É preciso limpar frequentemente esse flitro porque as fibras das roupas se acumulam lá também, sobrecarregando o motor.

E claro, não deixe de dar um trato na bichinha. A minha querida amiga e companheira de tantas batalhas recebe um “lustre” semanal, com direito a um desinfetante (mistura de viangre com água ou qualquer desinfetante biodegradável líquido) externo no painel, na tampa, nos pegadores e nos botões externos e laterais.

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